Susto
11 minutos atrás
O Figueirense já está pronto para o grande confronto deste domingo, onde a equipe, com um simples empate, dará a volta olímpica e ainda terá garantido a vaga na próxima Copa do Brasil. A outra conquista será a vaga na decisão do campeonato catarinense, tendo ainda um returno inteiro para ajeitar o time. Neste domingo, o Furacão é o grande favorito, apesar de o Tigre ter uma boa equipe. O goleiro Wilson (foto) está treinando bem e confirmado novamente como titular.
Atacante Kita, com passagens por Internacional, Flamengo e Atlético Paranaense, além do Figueirense, em foto na década de 90. Quando ele atuou no Figueirense, e marcou alguns golzinhos, eu convivi com o Kita, porque era setorista do Figueirense. Um atleta muito quieto, de poucas palavras, mas dedicado.
Esses são os jogadores do Metropolitano em treinamento na cidade de Blumenau. Até aí, nada de estranho. Porém, já perceberam nas toucas de banho, nas cores vermelho e branco? Isso mesmo, toucas de natação no campo de futebol. A "brilhante" ideia partiu do treinador Joceli dos Santos, sob a desculpa de que os jogadores precisam identificar os seus companheiros, jogando sempre de cabeça erguida, para facilitar o passe, etc,etc...Será que o próximo adversário do Metropolitano vai estar de touca em campo? Não, não, vejo cada uma.
O Vilhena de Rondônia não foi páreo para o Avaí e acabou sendo goleado por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, de Copa do Brasil. Estrada e William - duas vezes- marcaram os gols avaianos, em um esquema bem armado pelo Silas, que acabou confundindo o adversário. Segundo as informações das emissoras de rádio que lá estiveram, o Avaí jogou para o gasto. Rafael Coelho (foto) não marcou, mas foi dele o belo passe para o segundo do William na partida. Com a vitória, o Leão deve enfrentar Rio Branco (ES) ou Ipatinga (MG). Ao eliminar o jogo da volta, o Avaí ganha mais tempo para se preparar com vistas ao returno do campeonato catarinense.
Na última segunda-feira, o governador Raimundo Colombo (o de camisa branca) marcou um gol, mas a equipe do Governo do Estado acabou sendo derrotada pelo Ministério Público por 5 a 2. Fiquei sabendo que a revanche foi concedida e será ainda neste mês. Colombo foi jogador de futsal e demonstrou habilidade, jogando ao lado do jovem secretário de Planejamento, Filipe Mello, e do diretor da Defesa Civil, que também bate uma bolinha redonda, o major Márcio Luiz Alves. Foto de James Tavares-Secom/Governo de SC.
Colunista Ricardinho Machado (E), ex-prefeito Sérgio Grando, que dizem ser alvinegro, Beaco Vieira e mais um surfista da época, Ivanzinho Althoff (ao fundo o Edú), comemorando o título do Avaí, que sagrou-se campeão catarinense de 1988, tendo como local a tradicional Toca do Leão. Detalhe que o Ricardinho machado é Figueirense. Foto do arquivo de Édio Mello.
Vilhena e Avaí não terá televisionamento, o que dará ao rádio, 100% de audiência. A equipe da rádio Guarujá já viajou e o repórter Alysson Francisco será a voz da credibilidade na partida, sempre com informações precisas e não distorcidas. Os gols, se acontecerem, poderão ser vistos no jornal do Meio-Dia (Hélio Costa) desta quinta-feira. O Leão entra em campo como favorito e deve mesmo fazer uma grande partida. Pela superioridade, é candidato à eliminar o adversário já no primeiro jogo. Em Floripa, a nação avaiana vai ficar de ouvido colado no rádio.
A torcida avaiana está na expectativa da estreia do Avaí na Copa do Brasil, nesta quarta-feira, desejando que o Vilhena seja despachado de primeira. Um time amador entre os profissionais, com um estádio de capacidade reduzida (somente 3.200 torcedores sentados), gramado ruim, rede hoteleira precária e uma cidade distante (700 Km da capital). No estádio, a cultura local é de assitir a partida em pé, mesmo que a diretoria do clube esteja fazendo um esforço concentrado para instalar arquibancada de rodeio. A folha de pagamentos do Vilhena é de R$ 40 mil e a do Avaí, R$ 1 milhão. Sem chances de te surpresas, mas é preferível jogar e espantar essa zebra logo de cara.
Formação do Figueirense da década de 80, em foto enviada por Édio Mello. O goleiro é o Peçanha, que atualmente é o treinador de goleiros do alvinegro, enquanto Casagrande, Balduíno (de bigode) e Luiz Éverton, estão na foto. O Scarpelli recebia um bom público e ainda existia a Coloninha, que era a geral do estádio. Detalhe para a camisa do Peçanha com o escudo da Adidas e a bola da marca Drible. Como a memópria é seletiva, confesso que não lembro o nome de todos os jogadores.
Em jogo disputado- na noite deste sábado - no Heriberto Hulse, Criciúma e Chapecoense empataram em 1 a 1 e o Tigre é o primeiro finalista do turno do campeonato catarinense e aguarda o classificado entre Figueirense e Joinville, que jogam neste domingo, no Scarpelli. O volante Carlinhos Santos, do Criciúma, foi eleito o craque do jogo pela equipe da rádio Guarujá, que transmitiu a partida. Mauro Ovelha fracassou na reta final e pode deixar a Chapecoense nas próximas horas, apesar de o treinador ter o aval de boa parte da diretoria do Verdão.
A charge foi enviada pelo meu amigo Reinaldo, que é natural de Florianópolis, torcedor do Figueirense, mas que mora e trabalha no Rio de Janeiro, na Ediouro. A ideia foi sensacional e gostei muito da charge, porém o Reinaldo antecipou a data, pois meu aniversário ocorre em 22 de outubro. De qualquer forma, vou guardar o "presente" com carinho, meu querido.
Depois de demonstrar o interesse por Roberto Cavalo e Andrade, a diretoria do Brusque acabou fechando com o treinador Nestor SImionatto, que estava atuando no futebol gaúcho. O novo treinador brusquense já trabalhou com o time e promete novidades no returno. Enquanto isso, a torcida segue idolatrando o meia Têti, artilheiro isolado do estadual com oito gols marcados. Já o veterano Aloísio...ainda não deslanchou e segue entre os anônimos da competição.
Governador Ivo Silveira (de braços cruzados) em visita ao estádio do Comerciário (Criciúma), onde também foi conferir a maquete do ginásio do município. Algumas décadas depois, o Comerciário virou Criciúma Esporte Clube. Ivo Silveira faleceu em 2007 e foi sepultado no cemitério municipal de Palhoça. Ele governou o Estado de 1966 a 1971. Foto cedida pelo historiador Maury Borges.
O Paulo Turra, demitido pelo Brusque, demonstrou competência em alguns momentos e imaturidade em outros. Pela pequena folha de pagamento que possui, o Brusque fazia uma bela campanha e dava demonstrações que iria surpreender. Turra não concede entrevistas antes e no intervalo das partidas e perde- por ser ainda verdinho- a oportunidade de falar sobre o trabalho dele. Tudo fruto de um treinador em início de carreira, mas deixa a impressão de que terá futuro como treinador de futebol. Sobre a demissão do Benazzi, não preciso comentar, pois sempre comentei de que não deveriam ter renovado com ele.
Gersino Silva (c) passa orientações para os jogadores do Figueirense, entre eles, Toninho Quintino. O camisa 7 é o Caco. A foto é de um clássico (dezembro de 1975) e o de azul ao lado me parece o Bira Lopes. Gersino também treinou as categorias de base do Avaí e foi campeão nos dois clubes da capital. Faleceu na década de 90 e ajudou a revelar grandes jogadores do nosso futebol. Foto do arquivo de Maury Borges, historiador e jornalista.
Tudo indica que sim, pois o departamento jurídico do Figueirense gostaria de ter sucesso na ação que impetrou na Justiça, no dia seguinte ao clássico do Scarpelli, mas um promotor público que analisou o processo, entendeu que a Polícia Militar estava em número suficiente no clássico, inclusive com monitoramento nunca visto antes, porém optou por apenas observar a ação dos torcedores-baderneiros e não efetuou as detenções na hora das depredações, mesmo com os torcedores avaianos terem sido identificados, através das filmagens. Parece mentira, mas essa conta terá que ser assumida pelo Figueirense. Ontem tentei uma resposta oficial do clube e até o montante do prejuízio causado pelos avaianos, mas a diretoria preferiu não tecer comentários.
Dois jogos: três gols. William tem uma identificação tão grande com a camisa do Avaí, que muitos torcedores acreditam que ele nasceu para jogar no Leão. Diante do Marcílio Dias, o jogador brigou pela posse de bola e pela vitória até não aguentar mais e ser substituído. Não precisa dizer que foi aplaudido de pé e teve o seu nome entoado em todo o estádio. Eram poucos avaianos, 4.075, é verdade, mas poucos e agradecidos. No final, o Leão levou um sufoco desnecessário do Marinheiro e escapou de sofrer o empate, mas a vitória foi confirmada em 2 a 1. Foto de Alexandro Albornoz/Notícias do Dia.
A festa proporcionada pelas torcidas foi sensacional, com brilhantismo e muito colorido. Os torcedores alvinegros soltaram balões pretos e brancos, pisca-pisca e o uso dos bandeirões. Essa é a verdadeira função das torcidas, incentivar, cantar, empurrar o time. O primeiro clássico de 2011 deu gosto de assitir ao vivo.